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Sinopse: Conheça a dieta sem glúten e entenda porque os benefícios em sua saúde serão maiores do que apenas o emagrecimento definitivo! O livro mostra a dieta que a autora fez para sanar um problema de saúde e que resultou em seu fantástico emagrecimento!
Nele, você entenderá porque fatores que foram desprezados durante anos acabaram por contribuir para o mundo doente que nos cerca.
Conheça mais sobre o Glúten (proteína presente no trigo, aveia, cevada e centeio). Saiba por que ao deixar de consumi-lo, nos tornamos mais saudáveis.
Este é o relato de impressionantes oito semanas em uma dieta rica em nutrientes, sem fome, saborosa, fácil, com pão e sem glúten e o adeus definitivo ao excesso de peso e a conquista de mais saúde e energia.

Regina Racco escreveu esse livro em 2008 e tinha 57 anos quando decidiu fazer a dieta do glúten, não para emagrecer, mas para cuidar de um outro problema: o mal de Alzheimer. Nenhuma pesquisa foi concluída afirmando que a retirada do glúten na alimentação poderia ser uma cura parcial para a doença que afeta muitas pessoas ao redor do mundo, mas a Regina quis arriscar mesmo assim. Ela não sofre dessa doença, mas percebeu que estava esquecendo de algumas coisas importantes e isso já é um sinal de que o Alzheimer está por vir; então ela resolveu adotar a dieta para descobrir se haveria melhoras. E houve.

Regina procurou uma nutricionista para ajudá-la na dieta e preparou um cardápio especial com alimentos sem glúten para ela. Inicialmente ela faria a dieta por 8 semanas, para ver o que aconteceria. E os resultados foram ótimos! Sem perceber ela começou a emagrecer e os esquecimentos foram esquecidos (sorry, haha), ela não perdeu nenhum evento importante ou esqueceu de alguma data que precisasse lembrar. Quanto ao emagrecimento, ela perdeu DEZ quilos em OITO semanas sem tanto esforço e sem praticar tanto exercício físico, além da aula de ginástica íntima em que ela é a professora.

O livro é dividido em 3 partes: A primeira contando um pouco da história de Regina, contando um pouco sobre o que é o glúten e a dieta dele e registrando as oito semanas de dieta. Na segunda parte ela conta mais sobre a dieta e na terceira quem tem a palavra é a nutricionista que a ajudou na dieta, a Dra. Elenise Corbari. E no final ainda podemos encontrar muitas receitas de alimentos sem glúten.

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Eu nunca havia comprado nada relacionado a dietas por simplesmente não acreditar nisso, mas já que o título desse me interessou bastante por conta do meu namorado ser celíaco, resolvi dar uma chance. Já falei pra vocês do livro Pense Magro que também ajuda bastante na questão psicológica do emagrecimento; esse aqui é mais uma biografia, mas te faz pensar sobre as consequências das comidas que estamos ingerindo.

Vamos aos casos: já conhecia sobre o glúten. Na verdade, todos conhecem, já que em todas as embalagens está escrito “CONTÉM GLÚTEN”/”NÃO CONTÉM GLÚTEN”, mas aposto que 80% das pessoas não tem a menor ideia do porquê disso e nem o que é glúten. Então eu darei uma aulinha muito rápida disso:

Glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, cevada e centeio (como dito na sinopse do livro) e não serve pra nada HAHAHA Brincadeira, mas ela não é necessária para o nosso organismo, ele só está apenas acostumado com ela, já que mais da metade dos alimentos ingeridos possuem essa proteína. Falando bem diretamente, o glúten serve para dar algumas consistências aos alimentos. SÓ!

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Agora, como eu fiquei sabendo do glúten? Meu querido namorado, senhor Guilherme, é intolerante a glúten, ou seja, ele é celíaco, não pode comer nada que leve glúten em sua composição. Quando começamos a namorar, ele ainda não sabia disso. Ele tinha alergia a alguma coisa, mas nenhum médico descobria o que era, até dizerem que era alergia a ácaro – mas não era possível aquele menino dormir em lugares limpinhos, com lençóis lavados e tudo mais e a alergia não melhorar nem um pouco.

Um belo dia ele resolveu colocar no Google os sintomas que tinha: apareciam bolinhas em certas partes do corpo (braços e costas principalmente) e coçava muito, muito mesmo e aí ele ia lá coçar e virava uma ferida (lembro até hoje dele se coçando a noite toda e eu batendo nele pra ele parar haha). E ele descobriu casos da Europa de pessoas com esse mesmo problema de coceira: pessoas celíacas. Não, vocês não entenderam errado: ele passou CINCO anos com essa alergia indo a médicos, dermatologistas e alergistas e quem o diagnosticou corretamente foi o GOOGLE!
Ele voltou ao médico e pediu um exame de sangue para detectar se era celíaco ou não: e foi o que realmente pensamos: infelizmente, ele é celíaco mesmo.

Bem, desde então ele quase não ingere alimentos com glúten. Digo quase porque uma vez ou outra ele foge da dieta, mas eu entendo. Imagine que difícil você ir a uma festa de criança, por exemplo, em que só tem salgadinhos, docinhos e bolo e você não pode comer n-a-d-a disso? Então ele vai lá e come uma ou duas coisinhas, mas nada de mais.

Infelizmente a doença celíaca ainda não tem cura, mas estamos otimistas que a ciência ainda resolverá esse problema! Enquanto isso, temos que procurar alimentos alternativos para poder manter a alimentação normalmente.

A doença celíaca ainda é pouco conhecida no Brasil, apesar de estudos apontarem que 1 entre 300 pessoas são celíacas. Acho que um grande problema, também, é que a doença pode ou não aparecer desde quando a pessoa é bebê. Vejam o caso do Guilherme, só apareceu quando ele chegou aos 15 anos.

Recomendo a todos que leiam um pouco sobre glúten e pensem seriamente em reduzi-lo (não precisa ser tão radical também, né!) na alimentação. Vocês só terão resultados positivos.

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